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1.4.10

A Apple atira na HTC e acerta o Google

O Nexus One no INFOLAB: o smartphone do Google, fabricado pela HTC, atraiu a fúria da Apple

A Apple está processando a HTC por violar patentes do iPhone. Mas o alvo número um do processo parece ser o Google. E a Microsoft pode até sair ganhando com isso.

A Apple já vinha ameaçando outros fabricantes de celulares há mais de um ano. A empresa tenta evitar que eles imitem o iPhone. Tim Cook, o diretor de operações que substituiu Steve Jobs enquanto ele estava em tratamento médico, no ano passado, afirmou: “Não vamos ficar parados enquanto nossa propriedade intelectual é roubada”. Ele acrescentou que a empresa pretendia usar “todas as armas à disposição” contra os concorrentes. Na época, isso foi interpretado como uma ameaça à Palm. Ela começou a vender, em junho do ano passado, o Palm Pre, que traz interface multitoques como o iPhone.

Há poucos dias, o site Brainstorm Tech divulgou um relatório da empresa Oppenheimer revelando que a Apple vem mantendo conversas com os concorrentes desde janeiro. Os advogados da maçã ameaçam processá-los. O relatório observa que, até o final de 2009, os fabricantes evitaram lançar aparelhos com interface multitoques. A razão seria o medo de um processo da Apple. A maré começou a mudar quando a HTC apresentou o Hero, e, a Motorola, o Droid, ambos com interface multitoques. Os dois rodam o sistema operacional Android, do Google, considerado, pelos fabricantes, a melhor opção para enfrentar o iPhone.

No início do ano, a Apple já estava com o dedo no gatilho para disparar seu processo judicial. Restava escolher um bode expiatório. O Google, então, anunciou o Nexus One, seu próprio smartphone com tela multitoques, fabricado pela HTC. O alvo a atingir ficou claro. Se a Apple ganhar a briga, outros fabricantes, com medo de ser processados também, poderão brecar seus projetos de smartphones similares ao iPhone. Segundo a Oppenheimer, isso já está acontecendo. A pressão da Apple também pode reduzir o ritmo da expansão do Android, que tem se alastrado velozmente no mercado. É o que querem Steve Jobs e sua turma.

A Apple já move um processo contra a Nokia por violação de patentes. E a Nokia processa a Apple pelo mesmo motivo, assim como a Kodak. Ironicamente, a Microsoft pode acabar sendo beneficiada por essa briga. A turma de Redmond tem suas próprias patentes relacionadas com interface por toque e outras tecnologias usadas em smartphones. É bom lembrar que ela apresentou o computador-mesa Surface, com interface multitoques, um mês antes de a Apple revelar o iPhone, em 2007. O relatório da Oppenheimer diz que os softies têm dito aos seus parceiros que, usando o Windows Phone 7, eles terão muito menos chances de ser processados do que usando o Android. A briga não vai acabar tão cedo.


A Apple atira na HTC e acerta o Google

O Nexus One no INFOLAB: o smartphone do Google, fabricado pela HTC, atraiu a fúria da Apple

A Apple está processando a HTC por violar patentes do iPhone. Mas o alvo número um do processo parece ser o Google. E a Microsoft pode até sair ganhando com isso.

A Apple já vinha ameaçando outros fabricantes de celulares há mais de um ano. A empresa tenta evitar que eles imitem o iPhone. Tim Cook, o diretor de operações que substituiu Steve Jobs enquanto ele estava em tratamento médico, no ano passado, afirmou: “Não vamos ficar parados enquanto nossa propriedade intelectual é roubada”. Ele acrescentou que a empresa pretendia usar “todas as armas à disposição” contra os concorrentes. Na época, isso foi interpretado como uma ameaça à Palm. Ela começou a vender, em junho do ano passado, o Palm Pre, que traz interface multitoques como o iPhone.

Há poucos dias, o site Brainstorm Tech divulgou um relatório da empresa Oppenheimer revelando que a Apple vem mantendo conversas com os concorrentes desde janeiro. Os advogados da maçã ameaçam processá-los. O relatório observa que, até o final de 2009, os fabricantes evitaram lançar aparelhos com interface multitoques. A razão seria o medo de um processo da Apple. A maré começou a mudar quando a HTC apresentou o Hero, e, a Motorola, o Droid, ambos com interface multitoques. Os dois rodam o sistema operacional Android, do Google, considerado, pelos fabricantes, a melhor opção para enfrentar o iPhone.

No início do ano, a Apple já estava com o dedo no gatilho para disparar seu processo judicial. Restava escolher um bode expiatório. O Google, então, anunciou o Nexus One, seu próprio smartphone com tela multitoques, fabricado pela HTC. O alvo a atingir ficou claro. Se a Apple ganhar a briga, outros fabricantes, com medo de ser processados também, poderão brecar seus projetos de smartphones similares ao iPhone. Segundo a Oppenheimer, isso já está acontecendo. A pressão da Apple também pode reduzir o ritmo da expansão do Android, que tem se alastrado velozmente no mercado. É o que querem Steve Jobs e sua turma.

A Apple já move um processo contra a Nokia por violação de patentes. E a Nokia processa a Apple pelo mesmo motivo, assim como a Kodak. Ironicamente, a Microsoft pode acabar sendo beneficiada por essa briga. A turma de Redmond tem suas próprias patentes relacionadas com interface por toque e outras tecnologias usadas em smartphones. É bom lembrar que ela apresentou o computador-mesa Surface, com interface multitoques, um mês antes de a Apple revelar o iPhone, em 2007. O relatório da Oppenheimer diz que os softies têm dito aos seus parceiros que, usando o Windows Phone 7, eles terão muito menos chances de ser processados do que usando o Android. A briga não vai acabar tão cedo.


A Apple atira na HTC e acerta o Google

O Nexus One no INFOLAB: o smartphone do Google, fabricado pela HTC, atraiu a fúria da Apple

A Apple está processando a HTC por violar patentes do iPhone. Mas o alvo número um do processo parece ser o Google. E a Microsoft pode até sair ganhando com isso.

A Apple já vinha ameaçando outros fabricantes de celulares há mais de um ano. A empresa tenta evitar que eles imitem o iPhone. Tim Cook, o diretor de operações que substituiu Steve Jobs enquanto ele estava em tratamento médico, no ano passado, afirmou: “Não vamos ficar parados enquanto nossa propriedade intelectual é roubada”. Ele acrescentou que a empresa pretendia usar “todas as armas à disposição” contra os concorrentes. Na época, isso foi interpretado como uma ameaça à Palm. Ela começou a vender, em junho do ano passado, o Palm Pre, que traz interface multitoques como o iPhone.

Há poucos dias, o site Brainstorm Tech divulgou um relatório da empresa Oppenheimer revelando que a Apple vem mantendo conversas com os concorrentes desde janeiro. Os advogados da maçã ameaçam processá-los. O relatório observa que, até o final de 2009, os fabricantes evitaram lançar aparelhos com interface multitoques. A razão seria o medo de um processo da Apple. A maré começou a mudar quando a HTC apresentou o Hero, e, a Motorola, o Droid, ambos com interface multitoques. Os dois rodam o sistema operacional Android, do Google, considerado, pelos fabricantes, a melhor opção para enfrentar o iPhone.

No início do ano, a Apple já estava com o dedo no gatilho para disparar seu processo judicial. Restava escolher um bode expiatório. O Google, então, anunciou o Nexus One, seu próprio smartphone com tela multitoques, fabricado pela HTC. O alvo a atingir ficou claro. Se a Apple ganhar a briga, outros fabricantes, com medo de ser processados também, poderão brecar seus projetos de smartphones similares ao iPhone. Segundo a Oppenheimer, isso já está acontecendo. A pressão da Apple também pode reduzir o ritmo da expansão do Android, que tem se alastrado velozmente no mercado. É o que querem Steve Jobs e sua turma.

A Apple já move um processo contra a Nokia por violação de patentes. E a Nokia processa a Apple pelo mesmo motivo, assim como a Kodak. Ironicamente, a Microsoft pode acabar sendo beneficiada por essa briga. A turma de Redmond tem suas próprias patentes relacionadas com interface por toque e outras tecnologias usadas em smartphones. É bom lembrar que ela apresentou o computador-mesa Surface, com interface multitoques, um mês antes de a Apple revelar o iPhone, em 2007. O relatório da Oppenheimer diz que os softies têm dito aos seus parceiros que, usando o Windows Phone 7, eles terão muito menos chances de ser processados do que usando o Android. A briga não vai acabar tão cedo.


Microsoft contra-ataca Google nos tribunais

Google: a Microsoft e outros rivais querem ver o circo pegar fogo

Depois de mais de uma década defendendo-se de processos antimonopólio, a Microsoft processa o Google por abuso de monopólio.

O novo processo antimonopólio vem sendo movido na Comissão Europeia, a mesma que obrigou a Microsoft a oferecer os browsers dos concorrentes junto com o Windows. A Comissão está investigando o Google por práticas comerciais ilegais na área de buscas. Os acusadores são o comparador de preços britânico Foundem, o serviço de buscas jurídicas francês ejustice.fr e o Ciao! from Bing, site de pesquisa de preços que pertence à Microsoft.

No caso do Foundem e do ejustice, a reclamação é que os resultados das buscas do Google não listam esses sites, ou listam numa posição muito baixa no ranking. Segundo essas empresas, o Google estaria filtrando os resultados para prejudicá-las. “O Google sempre usou filtros para remover certos sites dos resultados. Essa penalidade era reservada a sites de spam ou aqueles que tentavam burlar os algoritmos do Google. Mas, agora, cada vez mais serviços de busca perfeitamente legítimos são excluídos”, afirma a Foundem.

Dave Heiner, vice-presidente da Microsoft, é cauteloso ao falar sobre o assunto. Ele diz que a empresa continua defendendo o princípio de que um concorrente não deve ser punido só porque está ganhando a briga. “Nossa reclamação se refere apenas às práticas do Google (como o Google Books) que visam se apossar de parceiros e conteúdo e excluir concorrentes, minando a competição”, diz ele. Como o próprio Heiner conclui, caberá à Comissão Europeia e organizações similares decidir a questão. Os advogados vão ter bastante trabalho.

Microsoft contra-ataca Google nos tribunais

Google: a Microsoft e outros rivais querem ver o circo pegar fogo

Depois de mais de uma década defendendo-se de processos antimonopólio, a Microsoft processa o Google por abuso de monopólio.

O novo processo antimonopólio vem sendo movido na Comissão Europeia, a mesma que obrigou a Microsoft a oferecer os browsers dos concorrentes junto com o Windows. A Comissão está investigando o Google por práticas comerciais ilegais na área de buscas. Os acusadores são o comparador de preços britânico Foundem, o serviço de buscas jurídicas francês ejustice.fr e o Ciao! from Bing, site de pesquisa de preços que pertence à Microsoft.

No caso do Foundem e do ejustice, a reclamação é que os resultados das buscas do Google não listam esses sites, ou listam numa posição muito baixa no ranking. Segundo essas empresas, o Google estaria filtrando os resultados para prejudicá-las. “O Google sempre usou filtros para remover certos sites dos resultados. Essa penalidade era reservada a sites de spam ou aqueles que tentavam burlar os algoritmos do Google. Mas, agora, cada vez mais serviços de busca perfeitamente legítimos são excluídos”, afirma a Foundem.

Dave Heiner, vice-presidente da Microsoft, é cauteloso ao falar sobre o assunto. Ele diz que a empresa continua defendendo o princípio de que um concorrente não deve ser punido só porque está ganhando a briga. “Nossa reclamação se refere apenas às práticas do Google (como o Google Books) que visam se apossar de parceiros e conteúdo e excluir concorrentes, minando a competição”, diz ele. Como o próprio Heiner conclui, caberá à Comissão Europeia e organizações similares decidir a questão. Os advogados vão ter bastante trabalho.

Microsoft contra-ataca Google nos tribunais

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Depois de mais de uma década defendendo-se de processos antimonopólio, a Microsoft processa o Google por abuso de monopólio.

O novo processo antimonopólio vem sendo movido na Comissão Europeia, a mesma que obrigou a Microsoft a oferecer os browsers dos concorrentes junto com o Windows. A Comissão está investigando o Google por práticas comerciais ilegais na área de buscas. Os acusadores são o comparador de preços britânico Foundem, o serviço de buscas jurídicas francês ejustice.fr e o Ciao! from Bing, site de pesquisa de preços que pertence à Microsoft.

No caso do Foundem e do ejustice, a reclamação é que os resultados das buscas do Google não listam esses sites, ou listam numa posição muito baixa no ranking. Segundo essas empresas, o Google estaria filtrando os resultados para prejudicá-las. “O Google sempre usou filtros para remover certos sites dos resultados. Essa penalidade era reservada a sites de spam ou aqueles que tentavam burlar os algoritmos do Google. Mas, agora, cada vez mais serviços de busca perfeitamente legítimos são excluídos”, afirma a Foundem.

Dave Heiner, vice-presidente da Microsoft, é cauteloso ao falar sobre o assunto. Ele diz que a empresa continua defendendo o princípio de que um concorrente não deve ser punido só porque está ganhando a briga. “Nossa reclamação se refere apenas às práticas do Google (como o Google Books) que visam se apossar de parceiros e conteúdo e excluir concorrentes, minando a competição”, diz ele. Como o próprio Heiner conclui, caberá à Comissão Europeia e organizações similares decidir a questão. Os advogados vão ter bastante trabalho.

27.2.10

Cisco estreará tecnologia que melhora web

John Chambers, CEO da Cisco: nova tecnologia ajudará operadoras de telecomunicações a fornecer um melhor serviço de internet rápida.

A Cisco Systems anunciará em março uma tecnologia para que provedoras de serviços de telecomunicações forneçam conexões mais avançadas de internet de alta velocidade, disse uma fonte.

A medida segue o anúncio dos planos da Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos (FCC, na sigla em inglês) de exigir velocidades maiores de conexão como parte de seu Plano Nacional de Banda Larga, que será revelado em 17 de março

A Cisco afirmou que irá revelar novas tecnologias em 9 de março que "mudarão a internet para sempre". Em seu site, a empresa disse que as mudanças mostrarão "o que é possível quando as redes ganham um jato de adrenalina".

A empresa não deu mais informações, mas a fonte afirmou que a tecnologia ajudará operadoras de telecomunicações a fornecer um melhor serviço de internet rápida.

A FCC quer exigir uma velocidade mínima de 100 megabits por segundo (Mbps) para a internet que será fornecida para 100 milhões de lares americanos na próxima década, que se compara às atuais estimativas do mercado de uma velocidade de menos de 4 Mbps.

O Google também mexeu com o mercado de telecomunicações ao anunciar seu plano para criar sua própria rede de internet de altíssima velocidade.

A Cisco é a maior fabricante do mundo de roteadores e outros equipamentos de rede que ajudam as operadoras de telefonia e empresas a administrar suas redes e a manter conexões de Internet mais rápidas e mais estáveis.

3.2.10

Chrome dev chega a versão 5.0

O Google liberou, para download, a versão 5.0 de seu navegador Google Chrome. Por enquanto, só a versão para desenvolvedores do 5.0 está disponível.

A expectativa do Google é liberar, até o final deste mês, uma versão beta para todos os usuários do Chrome 5.0 nas plataformas Windows e Mac.

Neste momento, a nova versão exibe algumas melhorias de performance e, no caso específico do Windows, possui melhorias para funcionar mais rapidamente em Windows 7.

Pequenas mudanças foram feitas na interface do Chrome como, por exemplo, permitir aos usuários redimensionar a área onde ficam instalados os ícones dos complementos instalados no navegador.

A versão permite, ainda, refinar configurações para armazenar ou exibir cookies, imagens, códigos JavaScript, plug-ins e pop-ups.

O gerenciador de downloads do Google Chrome 5 Dev também está mais esperto. O software, nessa versão, guarda os arquivos baixados na pasta padrão do Windows. O usuário, portanto, não precisa mais perder tempo procurando onde o download foi guardado.

25.1.10

Google Chrome 4 estável suporta extensões

O Google liberou a versão estável do Chrome 4 para Windows, capaz de suportar extensões e sincronizar favoritos co navegadores instalados em outras máquinas.

O lançamento, que pode ser encontrado na área de navegadores do Downloads INFO, também traz uma função chamada Web Works, capaz de garantir o funcionamento do programa mesmo quando ele estiver processando códigos mais pesados.

Entre outras novidades, estão as melhorias no motor v8, novos recursos de segurança, maior compatibilidade com o HTML 5 e ferramentas para desenvolvedores aperfeiçoadas.

Quanto às extensões, agora os usuários poderão instalar plug-ins e add-ons assim como os presentes no Firefox. Basta acessar o menu e clicar na opção correspondente. O próprio navegador oferecerá links para as mais populares.

Já o recurso de sincronização permite que você recupere seus bookmarks acessando o navegador de qualquer máquina.




Nexus One pode chegar no segundo semestre

O novo smartphone do Google, o Nexus One, pode chegar ao Brasil no começo do segundo semestre, de acordo com Alexandre Hohagen, presidente da empresa no Brasil.

Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, o executivo afirmou que o Brasil só foi excluído da primeira fase de lançamento por causa dos preços altos dos planos de dados praticados por aqui.

Hohagen também afirmou que o objetivo do Nexus One é competir diretamente com o iPhone no mercado de aparelhos com acesso à internet.

O plano de negócios do Google envolve a venda de aparelhos desbloqueados, que funcionam com qualquer chip, e em parceria com as operadoras do país.

Lançado no último dia 5 de janeiro, o smartphone vem com a última versão do sistema operacional Android, a 2.1. Ele é vendido diretamente pelo site do Google por US$ 529, na versão desbloqueada, e por US$ 179, subsidiado pela T-Mobile no contrato de dois anos.



Chrome OS terá player de mídia

O Google confirmou a presença de um player de mídia em seu sistema operacional, o Chrome OS.

Em entrevista ao site Ars technica, Mathew Papakipos, diretor de engenharia do projeto, afirmou que sua equipe está procurando integrar tanto SO quando o navegador Chrome com recursos de reprodução de vídeo e som.

Ele apontou que o browser tem capacidade para rodar áudio e vídeo graças aos recursos do HTML 5, mas que os usuários vão precisar de suporte paca acessar arquivos armazenados localmente, como JPEG e MP3.

Papakipos chegou a afirmar que músicas enviadas como anexo pelo Gmail serão tocadas no próprio navegador também, sem a necessidade de abrir um programa a mais para executá-las.

“Queremos que tudo funcione direto com o Chrome, além de criar uma experiência clara e suave no Chrome OS”, disse.





7.1.10

Após 15 meses, Chrome passa o Safari

O navegador Chrome, desenvolvido pelo Google, aparece pela primeira vez à frente do Safari, da Apple, entre os navegadores mais usados no mundo.

Os números fazem parte de um relatório que o grupo Net Applications produz mensalmente. Em dezembro, o Chrome apareceu pela primeira vez atrás apenas de Firefox e Internet Explorer.

Os números atuais são: Internet Explorer (62,7%), Firefox (24.6%), Chrome (4.6%), Safari (4.4%) e Opera (2.4%).

O relatório confirma uma tendência lenta, porém contínua, de queda do líder entre os navegadores, o IE. No mês de dezembro, o browser recuou de 63.6% (anotados em novembro) para os 62.7% registrados em dezembro.

Tradicionalmente, o market share do IE migra para o Firefox. No último mês, porém, a participação do Firefox permaneceu estável, com um recuo de 0.1 ponto percentual.

A ascensão mais sólida, no período, foi obtida pelo Chrome. Entre outros fatores que beneficiaram o Chrome, está uma intensa campanha do Google que inclui links para download do navegador em seus serviços mais populares, como buscas no Google.com, YouTube e orkut.

O uso do Chrome passou a ser contabilizado pela NetApplications há 15 meses

23.11.09

Google Earth fica mais rápido

O Google soltou uma versão beta do software de mapas Google Earth. A principal novidade é que o programa está mais rápido que o antecessor.

Segundo o Google, os engenheiros da empresa fizeram muitas mudanças no motor do software. Com o trabalho, eles conseguiram deixar o Google Maps mais ágil para lidar com as imagens que formam a textura do planeta. O resultado foi que o programa ficou 25% mais veloz para descompactar, carregar e renderizar os mapas na tela do computador.

As imagens do planeta Marte e da Lua também foram agraciadas com a nova velocidade.

Outra novidade é que o Google Earth, nesta versão, instala sozinho o plug-in que compartilha dados com os navegadores do Windows. Antes, essa operação era separada e o internauta precisava baixar um arquivo do site do Google Maps e, em seguida, instalá-lo.

20.11.09

Google Chrome OS cai em redes de torrents

Uma boa notícia para quem está louco para testar o novo sistema operacional Google Chrome OS. O software já está disponível para download nas redes de torrents.

É possível encontrá-lo nos sites The Pirate Bay, Torrentz e BTJunkie, entre outros. Ninguém se arrisca a dizer como o sistema foi parar nessas redes, já que o Google, até o momento, liberou somente o código-fonte do sistema. Portanto, é possível que alguns entusiastas de tecnologia tenham compilado o código-fonte do programa e o disponibilizado para download.

A versão do Chrome OS das redes P2P tem cerca de 700 MB e foi preparada para rodar em máquinas virtuais. Portanto, donos de um PC com Macintosh, Linux ou mesmo Windows podem testar o sistema operacional usando os software Virtual Box ou VMware.

Em fóruns de tecnologia, algumas pessoas recomendam que a instalação do Chrome OS seja feita em computadores de testes. O motivo: pode ser que o sistema tenha o código modificado para causar algum dano ao PC ou roubar informações do usuário. Como o Chrome OS requer uma conta no Google, o pessoal do fórum indica ainda que o usuário crie uma para testar o sistema operacional. E de jeito nenhum use a conta pessoal do Gmail.

Importante: quem se arriscar a baixar o sistema, tem que fazer isso por conta e risco. Se algum problema acontecer, não há com quem reclamar.



Google libera código do Chrome OS


O Google liberou hoje para download o código-fonte do sistema operacional Chrome OS, que será oficialmente lançado pela companhia em 2010.

Engenheiros do Google fizeram uma apresentação, em Montain View, de seu sistema operacional funcionando em diferentes modelos de netbooks.

O visual do sistema é idêntico ao Chrome e, segundo o Google, dá ao usuário a possibilidade de navegar na web e utilizar aplicativos online de forma mais rápida e fácil do que com outros sistemas operacionais, como o Windows da Microsoft ou populares distribuições Linux para o usuário final, como o Ubuntu.

Nos vídeos exibidos pelo Google, uma máquina com Chrome OS realiza o boot em apenas sete segundos. O usuário, então, faz login com sua conta do Google e carrega a partir de informações na nuvem todas suas configurações pessoais, como favoritos no browser, arquivos de texto, imagens ou vídeos.

Um segundo usuário que use o mesmo computador consegue ver todos seus dados pessoais, apenas fazendo login com sua conta Google. De acordo com a companhia de Mountain View, os dados de usuários gravados no HD da máquina são sempre encriptados e só podem ser acessados quando o usuário coloca sua senha e login.


29.10.09

Google Voice usará o mesmo número do celular

O Google estreou uma ferramenta que permitirá aos usuários do seu serviço de VoIP manter o número do seu pròprio celular.
O gigante também afirmou ontem que os novos usuários do Google Voice poderão receber as ligações às quais não puderem atender em uma caixa eletrônica de mensagens.
O serviço do Google oferece diversas ferramentas de gerenciamento de mensagens de voz, como armazenamento ilimitado e transcrição de mensagens de voz.
O Google Voice permite ainda que os usuários façam ligações internacionais de baixo custo, utilizando a infraestrutura do Google e a interne
Até agora, para usar o serviço era necessário adotar um número de telefone específico, mas com a nova ferramenta será possível manter o número de celular do usuário.
Craig Walker, gerente de produto de comunicação em tempo real da companhia, explicou que os usuários receberão um código especial para colocar no celular e poder encaminhar chamadas não atendidas para a caixa eletrônica de mensagens de voz do Google.
Segundo Walker, a ferramenta de redirecionamento de chamadas não requer acordos com operadoras móveis.
"Virtualmente, todas as operadoras já permitem isso", ele afirmou.
Por enquanto, o Google Voice, que estreou em março, só está disponível para pessoas que receberam convites do Google ou de usuários do serviço de VoIP.
Walker explicou que a companhia pretende expandir o acesso ao serviço em breve.

18.10.09

Google desafia Kindle com loja de e-books

O Google planeja lançar uma loja online para entregar livros eletrônicos para qualquer dispositivo com navegador, ameaçando abalar o mercado florescente de leitores eletrônicos dominado pelo Kindle da Amazon.

O gigante das buscas disse na quinta-feira que vai lançar o Google Editions na primeira metade deste ano, oferecendo inicialmente cerca de meio milhão de e-books em parceria com editoras com quem coopera, nos locais onde possui direitos digitais.

Os leitores poderão comprar e-books diretamente do Google ou de outras lojas como Amazon.com ou Barnesandnoble.com. O Google vai hospedar os e-books e torná-los buscáveis.

“Não estamos focados em um leitor eletrônico dedicado ou qualquer tipo de dispositivo”, disse Tom Turvey, diretor de parcerias estratégicas do Google, na Feira de Livros de Frankfurt.

O anúncio foi feito uma semana após a Amazon dizer que vai lançar o Kindle em 100 países além dos Estados Unidos, ampliando sua posição em um mercado pequeno, mas de rápido crescimento, no qual seu principal competidor é o Reader, da Sony.

A empresa de pesquisa em tecnologia Forrester espera que 3 milhões de e-readers sejam vendidos nos Estados Unidos, a partir de uma base anterior de 1 milhão, com a ajuda de preços melhores, mais conteúdo e melhor distribuição.

Os leitores que comprarem livros do Google poderão acessar os e-books por meio de qualquer dispositivo, incluindo PCs, laptops, netbooks e smartphones como o iPhone da Apple por meio da conta no Gmail, disse o Google.

O dispositivo não precisará estar conectado para ler o livro depois que ele for acessado a primeira vez, e o pagamento poderá ser feito pelo sistema de processamento online Google Checkout, que guarda os dados dos usuários em uma conta pessoal.
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