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5.10.11

Novo iPhone não conquistará Brasil, diz IDC

São Paulo - A Apple apresentou nesta terça-feira uma nova versão de seu smartphone, o iPhone 4S. Apesar da novidade, o novo aparelho não deve produzir um impacto muito intenso no mercado brasileiro. Esta é a avaliação de Bruno Freitas, da consultoria especializada em análise de mercado IDC.
O analista aponta ao menos um grande obstáculo ao sucesso do iPhone 4S no país. A chegada do novo smartphone lançou uma espécie de balde de água fria sobre as expectativas de especialistas e, provavelmente, consumidores.

Ambos esperavam um aparelho com visual renovado, mas o novo modelo mantém o design de seu antecessor, o iPhone 4. Mesmo com recursos bem mais avançados, como um processador de dois núcleos, câmera de 8 megapixels e uma antena de melhor qualidade, o produto não surpreendeu.
A prova foi o comportamento do mercado de ações, que reagiu de forma negativa ao anúncio. Os papéis da companhia sofreram queda na bolsa de Nova York, caindo 19,25 dólares e chegando a 356,14 dólares. "O mercado queria mais nesta terça-feira", diz Freitas.
Outro ponto a ser observado, segundo o analista, é o tamanho dos estoques brasileiros do iPhone 4. "O Brasil tem um público apaixonado pela Apple, mas lojas e operadoras ainda têm um volume grande da primeira versão do iPhone 4 nas prateleiras", diz o especialista. "Primeiro, vão pensar em estratégias para se livrar do excesso de estoque."
É possível também que o fato de a Apple não ter apresentado o tão esperado iPhone 5 leve concorrentes a acelerar seus próprios lançamentos. "A Apple abriu espaço e agora a concorrência fica cada vez mais acirrada. A Samsung, por exemplo, já tem produtos que conseguem competir", diz Freitas. Ao fim das contas, quem ganha é o consumidor.

5.12.10

MS Windows vai completar 25 anos

Windows 1.0: a interface era multitarefa, mas os programas só podiam ser abertos lado a lado

O Windows 1.0 era uma tosca interface gráfica que rodava sobre o MS-DOS. Quase ninguém o usou. Mas foi o início do mais bem sucedido sistema operacional para computadores pessoais de todos os tempos.

Um quarto de século depois daquela versão inicial, o Windows é a origem de 91% dos acessos à internet. É um número que fala por si. Mas voltemos à versão 1.0. Ela começou a ser vendida em 20 de novembro de 1985, dois anos depois de Bill Gates ter feito um primeiro anúncio sobre o produto. É bom observar que aquele primeiro anúncio aconteceu antes do lançamento do Macintosh — mas depois do Lisa, o primeiro e fracassado computador com interface gráfica da Apple.

O Windows 1.0 vinha em disquetes de 360 KB. Era preciso ter o MS-DOS para instalá-lo, já que a interface gráfica funcionava como extensão desse sistema operacional. Foi a primeira tentativa da Microsoft de implantar um ambiente operacional multitarefa com interface gráfica nos PCs. No Windows 1.0, vários aplicativos podiam ser abertos ao mesmo tempo, mas as janelas só podiam ser vistas lado a lado. Somente as caixas de diálogo podiam se sobrepor a outras janelas. Diz a lenda que essa restrição era intencional. Seria uma maneira de evitar acusações de que a interface do Windows era uma cópia da do Macintosh. Como sabemos, a precaução foi inútil, já que as acusações vieram assim mesmo.

Em 1985, como não havia, ainda, aplicativos feitos especialmente para o Windows, rodavam-se os programas criados para o MS-DOS. Aliás, a falta de bons aplicativos foi uma das razões porque o Windows não teve sucesso no início. Ainda demoraria cinco anos até o Windows cair no gosto dos usuários.

3.12.10

MS admite que iPad prejudica vendas de PCs

iPad, da Apple

iPad, da Apple: uma pedra no caminho da Microsoft

Gavriella Schuster, gerente geral para o Windows da Microsoft, reconhece que o sucesso do iPad está abalando as vendas de netbooks.

A declaração de Gavriella foi feita ao jornal americano Seattle PI. O jornalista Nick Eaton apontou para o netbook dela e perguntou sobre a tendência de esses computadores darem lugar aos tablets. “Sem dúvida eles estão sendo canibalizados”, respondeu Gavriella. Como já comentei neste blog, analistas do mercado e institutos de pesquisa já dizem, há algum tempo, que o sucesso do iPad é uma razão por que o mercado de PCs tem crescido menos do que o esperado. Mas Gavriella foi a primeira executiva da Microsoft a admitir isso.

Nesta semana, recebi um novo relatório sobre isso, da empresa de análise de mercado Barclays Capital. A previsão anterior da Barclays era que o mercado de PCs cresceria 16% em 2011. Agora, a empresa reajustou essa previsão para 15%. O motivo, dizem os analistas, é que muitos consumidores estão mais interessados em comprar um tablet ou um smartphone do que um PC. A estimativa da Barclays é que as vendas de tablets vão crescer de 16 milhões em 2010 para 85 milhões em 2014 (gráfico abaixo). Isso equivale a um crescimento anual médio de 150%. Outra previsão é que as vendas de netbooks vão cair de 32 milhões de unidades em 2010 para 20 milhões em 2014.

Tablets x Netbooks - vendas anuais

Os analistas da Barclays antecipam que, em 2011, a Apple deve lançar uma versão do iPad com duas câmeras e o recurso de videochamadas Facetime, que já existe no iPhone 4. Isso deverá manter o interesse pelo tablet em alta. “Há uma mudança de paradigma na computação em direção aos dispositivos móveis como o iPad e o iPhone. A Apple é, claramente, a beneficiária desse processo”, diz o relatório. Os analistas evitam arriscar um palpite sobre o sucesso – ou não – dos tablets com telas menores e sistema Android, como o Galaxy Tab, da Samsung. “Esses aparelhos estão chegando atrasados e ainda são muito caros”, diz o texto. A única certeza é que muitos outros virão em 2011. É um formato de computador que veio para ficar.

23.11.10

MS admite que iPad prejudica vendas de PCs

iPad, da Apple

iPad, da Apple: uma pedra no caminho da Microsoft

Gavriella Schuster, gerente geral para o Windows da Microsoft, reconhece que o sucesso do iPad está abalando as vendas de netbooks.

A declaração de Gavriella foi feita ao jornal americano Seattle PI. O jornalista Nick Eaton apontou para o netbook dela e perguntou sobre a tendência de esses computadores darem lugar aos tablets. “Sem dúvida eles estão sendo canibalizados”, respondeu Gavriella. Como já comentei neste blog, analistas do mercado e institutos de pesquisa já dizem, há algum tempo, que o sucesso do iPad é uma razão por que o mercado de PCs tem crescido menos do que o esperado. Mas Gavriella foi a primeira executiva da Microsoft a admitir isso.

Nesta semana, recebi um novo relatório sobre isso, da empresa de análise de mercado Barclays Capital. A previsão anterior da Barclays era que o mercado de PCs cresceria 16% em 2011. Agora, a empresa reajustou essa previsão para 15%. O motivo, dizem os analistas, é que muitos consumidores estão mais interessados em comprar um tablet ou um smartphone do que um PC. A estimativa da Barclays é que as vendas de tablets vão crescer de 16 milhões em 2010 para 85 milhões em 2014 (gráfico abaixo). Isso equivale a um crescimento anual médio de 150%. Outra previsão é que as vendas de netbooks vão cair de 32 milhões de unidades em 2010 para 20 milhões em 2014.

Tablets x Netbooks - vendas anuais

Os analistas da Barclays antecipam que, em 2011, a Apple deve lançar uma versão do iPad com duas câmeras e o recurso de videochamadas Facetime, que já existe no iPhone 4. Isso deverá manter o interesse pelo tablet em alta. “Há uma mudança de paradigma na computação em direção aos dispositivos móveis como o iPad e o iPhone. A Apple é, claramente, a beneficiária desse processo”, diz o relatório. Os analistas evitam arriscar um palpite sobre o sucesso – ou não – dos tablets com telas menores e sistema Android, como o Galaxy Tab, da Samsung. “Esses aparelhos estão chegando atrasados e ainda são muito caros”, diz o texto. A única certeza é que muitos outros virão em 2011. É um formato de computador que veio para ficar.

MS Windows vai completar 25 anos

Windows 1.0: a interface era multitarefa, mas os programas só podiam ser abertos lado a lado

O Windows 1.0 era uma tosca interface gráfica que rodava sobre o MS-DOS. Quase ninguém o usou. Mas foi o início do mais bem sucedido sistema operacional para computadores pessoais de todos os tempos.

Um quarto de século depois daquela versão inicial, o Windows é a origem de 91% dos acessos à internet. É um número que fala por si. Mas voltemos à versão 1.0. Ela começou a ser vendida em 20 de novembro de 1985, dois anos depois de Bill Gates ter feito um primeiro anúncio sobre o produto. É bom observar que aquele primeiro anúncio aconteceu antes do lançamento do Macintosh — mas depois do Lisa, o primeiro e fracassado computador com interface gráfica da Apple.

O Windows 1.0 vinha em disquetes de 360 KB. Era preciso ter o MS-DOS para instalá-lo, já que a interface gráfica funcionava como extensão desse sistema operacional. Foi a primeira tentativa da Microsoft de implantar um ambiente operacional multitarefa com interface gráfica nos PCs. No Windows 1.0, vários aplicativos podiam ser abertos ao mesmo tempo, mas as janelas só podiam ser vistas lado a lado. Somente as caixas de diálogo podiam se sobrepor a outras janelas. Diz a lenda que essa restrição era intencional. Seria uma maneira de evitar acusações de que a interface do Windows era uma cópia da do Macintosh. Como sabemos, a precaução foi inútil, já que as acusações vieram assim mesmo.

Em 1985, como não havia, ainda, aplicativos feitos especialmente para o Windows, rodavam-se os programas criados para o MS-DOS. Aliás, a falta de bons aplicativos foi uma das razões porque o Windows não teve sucesso no início. Ainda demoraria cinco anos até o Windows cair no gosto dos usuários.

29.5.10

iPad 3G chega aos EUA – e a sites de leilão

iPad 3G chega às lojas físicas dos Estados Unidos: no Brasil, internautas encontram ofertas pouco vantajosas no MercadoLivre e outros sites

A Apple anunciou hoje que o iPad 3G já está sendo vendido em suas lojas físicas nos Estados Unidos, com o uso da rede da operadora AT&T, a partir de 629 dólares (versão de 16 GB).

Logo cedo, a empresa disparou e-mails promocionais, convidando os americanos a comparecerem às Apple Store para comprar os modelos 3G do gadget, que custam 130 dólares a mais do que as versões Wi-Fi lançadas no último dia 3 – isto é, preço de 729 dólares para o modelo de 32 GB e de 829 dólares para o modelo de 64 GB.

As encomendas internacionais das duas versões do iPad devem começar a ser feitas a partir do dia 10 de maio, mas apenas para Austrália, Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Espanha, Suíça e Reino Unido.

Sem previsão de chegada do produto no Brasil, alguns pequenos importadores se aproveitam da situação e já anunciam a versão 3G em lojas de -commerce e sites de leilões.

No MercadoLivre, o mais popular, é possível encontrar algumas ofertas que custam duas vezes mais caro do que o valor do produto convertido para a moeda nacional, como é o caso do anúncio de 3 mil reais pela versão 3G de 32 GB.

Um dos problemas da importação para a versão 3G, no entanto, é que o padrão SIM usado para iPad nos Estados Unidos não é compatível com os cartões comercializados no Brasil, impedindo, desta forma, que se obtenha conexão móvel por Vivo, Tim e Claro, por exemplo.


1.5.10

Adobe diz que argumentos de Jobs são falsos

Adobe não concorda com argumentos de Steve Jobs contra o Flash: batalha das companhias continua por todas as mídias

Depois das justificativas de Steve Jobs contra o uso do Flash em seus dispositivos móveis, o CEO da Adobe, Shantanu Narayen, defendeu sua plataforma declarando que a Apple está preocupada com a pluralidade de sua aplicação.

Em entrevista para o jornal The Wall Street Journal, Narayen disse que o ataque contra sua empresa é justificado porque seu software de aplicações, Creative Suite, foi projetado para trabalhar em várias plataformas, e não de modo exclusivo, como Jobs gostaria.

Expondo ter uma “diferente visão de mundo", “multiplataforma”, Narayen afirmou, na conversa, que essa restrição da Apple será embaraçosa para os desenvolvedores que estão criando produtos para muitos dispositivos, pois, muito provavelmente, eles terão um trabalho dobrado: um fluxo para a Apple e outro para as demais plataformas.

Para o CEO da Adobe, todos os argumentos expostos pelo co-fundador da Apple não passaram de “uma cortina de fumaça” para encobrir as verdadeiras razões.

“Não tem nada a ver com tecnologia”, disse o chefe da Adobe ao jornal, refutando os argumentos de que o Flash é a causa do SO da Apple travar e que consumiria muito mais bateria do que qualquer outra aplicação.

Segundo Narayen, mais de cem aplicações que usaram a nova versão software da Adobe – que previa uma adaptação para os dispositivos móveis da Apple - foram aceitas pela App Store, antes da empresa decidir restringir a linguagem de licenciamento.

Quando questionado sobre a afirmação de que a Adobe, de acordo com as palavras de Jobs, seria uma plataforma fechada, Narayen deu risada e disse que o argumento “é divertido”. E completou: “Flash é uma especificação aberta”.

Já no fim da conversa, mesmo com sentimento de rivalidade, Narayen expôs que acha o iPad uma grande inovação e uma boa primeira geração de tablet. Diz, no entanto, que a “Adobe está, de fato, trabalhando com dezenas de projetos de tablets com outras empresas”.


4.4.10

Apple aplaude primeiros compradores de iPad

Applemaníacos passam a noite em frente a loja à espera do iPad: em Nova Iorque, funcionários aplaudiram os guerreiros; veja vídeo

Cerca de quarenta compradores de iPad munidos de cadeiras de praia, salgadinhos e outros itens de sobrevivência suportaram passar a noite inteira na Apple Store da Quinta Avenida, em Nova Iorque.

As vendas, iniciadas há poucos minutos, foram antecedidas por minutos de aplausos dos funcionários da loja, que agradeceram a força de vontade dos fãs da marca da maçã.

De acordo com relatos, a fila começou a se encher por volta das seis da manhã, quando já havia mais de cem pessoas em pé suportando o frio de oito graus.

Os clientes foram chegando aos poucos e quando faltava menos de uma hora para as vendas se iniciarem, o número já passava de 500 pessoas.

1.4.10

Funcionários da Microsoft adoram o iPhone


Windows Phone 7: o novo sistema operacional, que está sendo demonstrado nesta semana em Las Vegas, é a esperança da Microsoft contra o iPhone

A direção da Microsoft fez uma constatação embaraçosa: um em cada dez empregados da empresa prefere o smartphone da Apple, em vez do Windows Phone.

Segundo o jornal americano Wall Street Journal, no ano passado, quase 10.000 usuários de iPhone estavam acessando o correio eletrônico interno da Microsoft. Isso equivale a 10% dos empregados da empresa. Muitos desses funcionários escondem seus iPhones durante o trabalho, especialmente quando estão na presença do chefe. Alguns chegam a cobri-los com capinhas que dificultam a identificação. A presença dos celulares da concorrência tornou-se embaraçosa em Redmond e virou até assunto de reuniões da diretoria. É como se os empregados da Coca-Cola bebessem Pepsi no local de trabalho. Numa dessas reuniões, Steve Ballmer manifestou seu desagrado. Ele disse que, quando era criança, seu pai trabalhava na Ford, e os carros da sua família eram todos Ford.

Alguns softies parecem ter entendido o recado há bastante tempo. Steve Elop, presidente da divisão de negócios da Microsoft, costumava usar um iPhone antes de ser contratado por Ballmer, em 2008. Quando chegou a Redmond, ele prontamente trocou o celular da Apple por um com Windows Mobile. Numa cerimônia pública, Elop colocou o iPhone num liquidificador industrial e ligou o aparelho, transformando o celular em pedacinhos.

A Apple, aparentemente, não tem esse tipo de problema. Não há notícia de que alguém tenha sido visto com um Windows Phone em sua sede em Cupertino, na Califórnia. Há duas razões para isso. A primeira é que a maioria das pessoas considera o iPhone mais atraente que os concorrentes. O enorme sucesso do aparelho da Apple, que conquistou 25% do mercado americano em apenas dois anos e meio, confirma isso. A segunda razão é que a Apple não costuma ser tolerante nesses assuntos. Não demoraria muito até que alguém usando Windows Phone, Blackberry ou Android perdesse seu emprego em Cupertino.

O Wall Street Journal conta que, no início de 2009, a Microsoft alterou sua política de reembolso de despesas com celular. Elas passaram a ser pagas apenas se o funcionário usar Windows Mobile. Mas isso não foi o bastante. Agora, a esperança de reverter essa embaraçosa situação concentra-se no Windows Phone 7 Series. O novo sistema operacional está sendo demonstrado nesta semana no evento MIX10, em Las Vegas. Inspirado no player multimídia Zune e no console para jogos Xbox, o Windows Phone 7 será, espera-se, muito mais divertido que seu antecessor. Mas os celulares com o novo sistema só chegam no último trimestre deste ano. Até lá, talvez a Microsoft tenha de engolir algumas maçãs.


Funcionários da Microsoft adoram o iPhone


Windows Phone 7: o novo sistema operacional, que está sendo demonstrado nesta semana em Las Vegas, é a esperança da Microsoft contra o iPhone

A direção da Microsoft fez uma constatação embaraçosa: um em cada dez empregados da empresa prefere o smartphone da Apple, em vez do Windows Phone.

Segundo o jornal americano Wall Street Journal, no ano passado, quase 10.000 usuários de iPhone estavam acessando o correio eletrônico interno da Microsoft. Isso equivale a 10% dos empregados da empresa. Muitos desses funcionários escondem seus iPhones durante o trabalho, especialmente quando estão na presença do chefe. Alguns chegam a cobri-los com capinhas que dificultam a identificação. A presença dos celulares da concorrência tornou-se embaraçosa em Redmond e virou até assunto de reuniões da diretoria. É como se os empregados da Coca-Cola bebessem Pepsi no local de trabalho. Numa dessas reuniões, Steve Ballmer manifestou seu desagrado. Ele disse que, quando era criança, seu pai trabalhava na Ford, e os carros da sua família eram todos Ford.

Alguns softies parecem ter entendido o recado há bastante tempo. Steve Elop, presidente da divisão de negócios da Microsoft, costumava usar um iPhone antes de ser contratado por Ballmer, em 2008. Quando chegou a Redmond, ele prontamente trocou o celular da Apple por um com Windows Mobile. Numa cerimônia pública, Elop colocou o iPhone num liquidificador industrial e ligou o aparelho, transformando o celular em pedacinhos.

A Apple, aparentemente, não tem esse tipo de problema. Não há notícia de que alguém tenha sido visto com um Windows Phone em sua sede em Cupertino, na Califórnia. Há duas razões para isso. A primeira é que a maioria das pessoas considera o iPhone mais atraente que os concorrentes. O enorme sucesso do aparelho da Apple, que conquistou 25% do mercado americano em apenas dois anos e meio, confirma isso. A segunda razão é que a Apple não costuma ser tolerante nesses assuntos. Não demoraria muito até que alguém usando Windows Phone, Blackberry ou Android perdesse seu emprego em Cupertino.

O Wall Street Journal conta que, no início de 2009, a Microsoft alterou sua política de reembolso de despesas com celular. Elas passaram a ser pagas apenas se o funcionário usar Windows Mobile. Mas isso não foi o bastante. Agora, a esperança de reverter essa embaraçosa situação concentra-se no Windows Phone 7 Series. O novo sistema operacional está sendo demonstrado nesta semana no evento MIX10, em Las Vegas. Inspirado no player multimídia Zune e no console para jogos Xbox, o Windows Phone 7 será, espera-se, muito mais divertido que seu antecessor. Mas os celulares com o novo sistema só chegam no último trimestre deste ano. Até lá, talvez a Microsoft tenha de engolir algumas maçãs.


Funcionários da Microsoft adoram o iPhone


Windows Phone 7: o novo sistema operacional, que está sendo demonstrado nesta semana em Las Vegas, é a esperança da Microsoft contra o iPhone

A direção da Microsoft fez uma constatação embaraçosa: um em cada dez empregados da empresa prefere o smartphone da Apple, em vez do Windows Phone.

Segundo o jornal americano Wall Street Journal, no ano passado, quase 10.000 usuários de iPhone estavam acessando o correio eletrônico interno da Microsoft. Isso equivale a 10% dos empregados da empresa. Muitos desses funcionários escondem seus iPhones durante o trabalho, especialmente quando estão na presença do chefe. Alguns chegam a cobri-los com capinhas que dificultam a identificação. A presença dos celulares da concorrência tornou-se embaraçosa em Redmond e virou até assunto de reuniões da diretoria. É como se os empregados da Coca-Cola bebessem Pepsi no local de trabalho. Numa dessas reuniões, Steve Ballmer manifestou seu desagrado. Ele disse que, quando era criança, seu pai trabalhava na Ford, e os carros da sua família eram todos Ford.

Alguns softies parecem ter entendido o recado há bastante tempo. Steve Elop, presidente da divisão de negócios da Microsoft, costumava usar um iPhone antes de ser contratado por Ballmer, em 2008. Quando chegou a Redmond, ele prontamente trocou o celular da Apple por um com Windows Mobile. Numa cerimônia pública, Elop colocou o iPhone num liquidificador industrial e ligou o aparelho, transformando o celular em pedacinhos.

A Apple, aparentemente, não tem esse tipo de problema. Não há notícia de que alguém tenha sido visto com um Windows Phone em sua sede em Cupertino, na Califórnia. Há duas razões para isso. A primeira é que a maioria das pessoas considera o iPhone mais atraente que os concorrentes. O enorme sucesso do aparelho da Apple, que conquistou 25% do mercado americano em apenas dois anos e meio, confirma isso. A segunda razão é que a Apple não costuma ser tolerante nesses assuntos. Não demoraria muito até que alguém usando Windows Phone, Blackberry ou Android perdesse seu emprego em Cupertino.

O Wall Street Journal conta que, no início de 2009, a Microsoft alterou sua política de reembolso de despesas com celular. Elas passaram a ser pagas apenas se o funcionário usar Windows Mobile. Mas isso não foi o bastante. Agora, a esperança de reverter essa embaraçosa situação concentra-se no Windows Phone 7 Series. O novo sistema operacional está sendo demonstrado nesta semana no evento MIX10, em Las Vegas. Inspirado no player multimídia Zune e no console para jogos Xbox, o Windows Phone 7 será, espera-se, muito mais divertido que seu antecessor. Mas os celulares com o novo sistema só chegam no último trimestre deste ano. Até lá, talvez a Microsoft tenha de engolir algumas maçãs.


Funcionários da Microsoft adoram o iPhone


Windows Phone 7: o novo sistema operacional, que está sendo demonstrado nesta semana em Las Vegas, é a esperança da Microsoft contra o iPhone

A direção da Microsoft fez uma constatação embaraçosa: um em cada dez empregados da empresa prefere o smartphone da Apple, em vez do Windows Phone.

Segundo o jornal americano Wall Street Journal, no ano passado, quase 10.000 usuários de iPhone estavam acessando o correio eletrônico interno da Microsoft. Isso equivale a 10% dos empregados da empresa. Muitos desses funcionários escondem seus iPhones durante o trabalho, especialmente quando estão na presença do chefe. Alguns chegam a cobri-los com capinhas que dificultam a identificação. A presença dos celulares da concorrência tornou-se embaraçosa em Redmond e virou até assunto de reuniões da diretoria. É como se os empregados da Coca-Cola bebessem Pepsi no local de trabalho. Numa dessas reuniões, Steve Ballmer manifestou seu desagrado. Ele disse que, quando era criança, seu pai trabalhava na Ford, e os carros da sua família eram todos Ford.

Alguns softies parecem ter entendido o recado há bastante tempo. Steve Elop, presidente da divisão de negócios da Microsoft, costumava usar um iPhone antes de ser contratado por Ballmer, em 2008. Quando chegou a Redmond, ele prontamente trocou o celular da Apple por um com Windows Mobile. Numa cerimônia pública, Elop colocou o iPhone num liquidificador industrial e ligou o aparelho, transformando o celular em pedacinhos.

A Apple, aparentemente, não tem esse tipo de problema. Não há notícia de que alguém tenha sido visto com um Windows Phone em sua sede em Cupertino, na Califórnia. Há duas razões para isso. A primeira é que a maioria das pessoas considera o iPhone mais atraente que os concorrentes. O enorme sucesso do aparelho da Apple, que conquistou 25% do mercado americano em apenas dois anos e meio, confirma isso. A segunda razão é que a Apple não costuma ser tolerante nesses assuntos. Não demoraria muito até que alguém usando Windows Phone, Blackberry ou Android perdesse seu emprego em Cupertino.

O Wall Street Journal conta que, no início de 2009, a Microsoft alterou sua política de reembolso de despesas com celular. Elas passaram a ser pagas apenas se o funcionário usar Windows Mobile. Mas isso não foi o bastante. Agora, a esperança de reverter essa embaraçosa situação concentra-se no Windows Phone 7 Series. O novo sistema operacional está sendo demonstrado nesta semana no evento MIX10, em Las Vegas. Inspirado no player multimídia Zune e no console para jogos Xbox, o Windows Phone 7 será, espera-se, muito mais divertido que seu antecessor. Mas os celulares com o novo sistema só chegam no último trimestre deste ano. Até lá, talvez a Microsoft tenha de engolir algumas maçãs.


A Apple atira na HTC e acerta o Google

O Nexus One no INFOLAB: o smartphone do Google, fabricado pela HTC, atraiu a fúria da Apple

A Apple está processando a HTC por violar patentes do iPhone. Mas o alvo número um do processo parece ser o Google. E a Microsoft pode até sair ganhando com isso.

A Apple já vinha ameaçando outros fabricantes de celulares há mais de um ano. A empresa tenta evitar que eles imitem o iPhone. Tim Cook, o diretor de operações que substituiu Steve Jobs enquanto ele estava em tratamento médico, no ano passado, afirmou: “Não vamos ficar parados enquanto nossa propriedade intelectual é roubada”. Ele acrescentou que a empresa pretendia usar “todas as armas à disposição” contra os concorrentes. Na época, isso foi interpretado como uma ameaça à Palm. Ela começou a vender, em junho do ano passado, o Palm Pre, que traz interface multitoques como o iPhone.

Há poucos dias, o site Brainstorm Tech divulgou um relatório da empresa Oppenheimer revelando que a Apple vem mantendo conversas com os concorrentes desde janeiro. Os advogados da maçã ameaçam processá-los. O relatório observa que, até o final de 2009, os fabricantes evitaram lançar aparelhos com interface multitoques. A razão seria o medo de um processo da Apple. A maré começou a mudar quando a HTC apresentou o Hero, e, a Motorola, o Droid, ambos com interface multitoques. Os dois rodam o sistema operacional Android, do Google, considerado, pelos fabricantes, a melhor opção para enfrentar o iPhone.

No início do ano, a Apple já estava com o dedo no gatilho para disparar seu processo judicial. Restava escolher um bode expiatório. O Google, então, anunciou o Nexus One, seu próprio smartphone com tela multitoques, fabricado pela HTC. O alvo a atingir ficou claro. Se a Apple ganhar a briga, outros fabricantes, com medo de ser processados também, poderão brecar seus projetos de smartphones similares ao iPhone. Segundo a Oppenheimer, isso já está acontecendo. A pressão da Apple também pode reduzir o ritmo da expansão do Android, que tem se alastrado velozmente no mercado. É o que querem Steve Jobs e sua turma.

A Apple já move um processo contra a Nokia por violação de patentes. E a Nokia processa a Apple pelo mesmo motivo, assim como a Kodak. Ironicamente, a Microsoft pode acabar sendo beneficiada por essa briga. A turma de Redmond tem suas próprias patentes relacionadas com interface por toque e outras tecnologias usadas em smartphones. É bom lembrar que ela apresentou o computador-mesa Surface, com interface multitoques, um mês antes de a Apple revelar o iPhone, em 2007. O relatório da Oppenheimer diz que os softies têm dito aos seus parceiros que, usando o Windows Phone 7, eles terão muito menos chances de ser processados do que usando o Android. A briga não vai acabar tão cedo.


A Apple atira na HTC e acerta o Google

O Nexus One no INFOLAB: o smartphone do Google, fabricado pela HTC, atraiu a fúria da Apple

A Apple está processando a HTC por violar patentes do iPhone. Mas o alvo número um do processo parece ser o Google. E a Microsoft pode até sair ganhando com isso.

A Apple já vinha ameaçando outros fabricantes de celulares há mais de um ano. A empresa tenta evitar que eles imitem o iPhone. Tim Cook, o diretor de operações que substituiu Steve Jobs enquanto ele estava em tratamento médico, no ano passado, afirmou: “Não vamos ficar parados enquanto nossa propriedade intelectual é roubada”. Ele acrescentou que a empresa pretendia usar “todas as armas à disposição” contra os concorrentes. Na época, isso foi interpretado como uma ameaça à Palm. Ela começou a vender, em junho do ano passado, o Palm Pre, que traz interface multitoques como o iPhone.

Há poucos dias, o site Brainstorm Tech divulgou um relatório da empresa Oppenheimer revelando que a Apple vem mantendo conversas com os concorrentes desde janeiro. Os advogados da maçã ameaçam processá-los. O relatório observa que, até o final de 2009, os fabricantes evitaram lançar aparelhos com interface multitoques. A razão seria o medo de um processo da Apple. A maré começou a mudar quando a HTC apresentou o Hero, e, a Motorola, o Droid, ambos com interface multitoques. Os dois rodam o sistema operacional Android, do Google, considerado, pelos fabricantes, a melhor opção para enfrentar o iPhone.

No início do ano, a Apple já estava com o dedo no gatilho para disparar seu processo judicial. Restava escolher um bode expiatório. O Google, então, anunciou o Nexus One, seu próprio smartphone com tela multitoques, fabricado pela HTC. O alvo a atingir ficou claro. Se a Apple ganhar a briga, outros fabricantes, com medo de ser processados também, poderão brecar seus projetos de smartphones similares ao iPhone. Segundo a Oppenheimer, isso já está acontecendo. A pressão da Apple também pode reduzir o ritmo da expansão do Android, que tem se alastrado velozmente no mercado. É o que querem Steve Jobs e sua turma.

A Apple já move um processo contra a Nokia por violação de patentes. E a Nokia processa a Apple pelo mesmo motivo, assim como a Kodak. Ironicamente, a Microsoft pode acabar sendo beneficiada por essa briga. A turma de Redmond tem suas próprias patentes relacionadas com interface por toque e outras tecnologias usadas em smartphones. É bom lembrar que ela apresentou o computador-mesa Surface, com interface multitoques, um mês antes de a Apple revelar o iPhone, em 2007. O relatório da Oppenheimer diz que os softies têm dito aos seus parceiros que, usando o Windows Phone 7, eles terão muito menos chances de ser processados do que usando o Android. A briga não vai acabar tão cedo.


A Apple atira na HTC e acerta o Google

O Nexus One no INFOLAB: o smartphone do Google, fabricado pela HTC, atraiu a fúria da Apple

A Apple está processando a HTC por violar patentes do iPhone. Mas o alvo número um do processo parece ser o Google. E a Microsoft pode até sair ganhando com isso.

A Apple já vinha ameaçando outros fabricantes de celulares há mais de um ano. A empresa tenta evitar que eles imitem o iPhone. Tim Cook, o diretor de operações que substituiu Steve Jobs enquanto ele estava em tratamento médico, no ano passado, afirmou: “Não vamos ficar parados enquanto nossa propriedade intelectual é roubada”. Ele acrescentou que a empresa pretendia usar “todas as armas à disposição” contra os concorrentes. Na época, isso foi interpretado como uma ameaça à Palm. Ela começou a vender, em junho do ano passado, o Palm Pre, que traz interface multitoques como o iPhone.

Há poucos dias, o site Brainstorm Tech divulgou um relatório da empresa Oppenheimer revelando que a Apple vem mantendo conversas com os concorrentes desde janeiro. Os advogados da maçã ameaçam processá-los. O relatório observa que, até o final de 2009, os fabricantes evitaram lançar aparelhos com interface multitoques. A razão seria o medo de um processo da Apple. A maré começou a mudar quando a HTC apresentou o Hero, e, a Motorola, o Droid, ambos com interface multitoques. Os dois rodam o sistema operacional Android, do Google, considerado, pelos fabricantes, a melhor opção para enfrentar o iPhone.

No início do ano, a Apple já estava com o dedo no gatilho para disparar seu processo judicial. Restava escolher um bode expiatório. O Google, então, anunciou o Nexus One, seu próprio smartphone com tela multitoques, fabricado pela HTC. O alvo a atingir ficou claro. Se a Apple ganhar a briga, outros fabricantes, com medo de ser processados também, poderão brecar seus projetos de smartphones similares ao iPhone. Segundo a Oppenheimer, isso já está acontecendo. A pressão da Apple também pode reduzir o ritmo da expansão do Android, que tem se alastrado velozmente no mercado. É o que querem Steve Jobs e sua turma.

A Apple já move um processo contra a Nokia por violação de patentes. E a Nokia processa a Apple pelo mesmo motivo, assim como a Kodak. Ironicamente, a Microsoft pode acabar sendo beneficiada por essa briga. A turma de Redmond tem suas próprias patentes relacionadas com interface por toque e outras tecnologias usadas em smartphones. É bom lembrar que ela apresentou o computador-mesa Surface, com interface multitoques, um mês antes de a Apple revelar o iPhone, em 2007. O relatório da Oppenheimer diz que os softies têm dito aos seus parceiros que, usando o Windows Phone 7, eles terão muito menos chances de ser processados do que usando o Android. A briga não vai acabar tão cedo.


HP Slate usa Flash para enfrentar iPad

Slate: o computador-prancheta da HP deverá custar entre 2.500 e 3.000 reais no Brasil

Diferentemente do tablet da Apple, o Slate, baseado no Windows 7, vai rodar aplicativos criados com o Flash, da Adobe.

Em janeiro, esse equipamento foi exibido por Steve Ballmer durante a feira CES, em Las Vegas. A HP, em parceria com a Adobe, tem ressaltado o fato de o tablet, diferentemente do iPad, rodar aplicativos tanto dentro do navegador, por meio do Flash Player, como fora dele, usando o Adobe Air.

A HP começou a desenvolver seu tablet cinco anos atrás num laboratório em Bristol, na Inglaterra. Phil McKinney, vice-presidente responsável pelo grupo de sistemas pessoais da empresa conta que o objetivo inicial era criar um e-reader no estilo do Kindle. Mas as pessoas que manusearam os primeiros protótipos sentiram falta de mais funcionalidade. Assim, o e-reader foi ganhando novas funções até ficar mais parecido com um computador completo.

O resultado é o HP Slate, que deve chegar ao mercado americano na metade deste ano. No Brasil, a HP pretende começar a vendê-lo em outubro. Em fevereiro, eu conversei com Marisa Lumi Park, gerente de produto da HP Brasil, enquanto preparava a reportagem de capa da INFO de março, sobre o iPad. Ela me contou que o Slate deverá custar entre 2 500 e 3 000 reais no Brasil. Esse preço é próximo do valor estimado para o iPad mais completo, com 64 GB e conexão 3G.

Como roda Windows 7, o Slate poderá receber qualquer aplicativo criado para o PC. Mas isso não significa que todos esses aplicativos vão funcionar realmente bem, já que, com raras exceções, eles não foram projetados para uso com tela sensível ao toque. Esse é um problema que a Apple evitou ao adotar o sistema operacional do iPhone no iPad, em vez do Mac OS X. No tablet da maçã não entram aplicativos que não tenham sido concebidos para a interface por toque.

HP Slate usa Flash para enfrentar iPad

Slate: o computador-prancheta da HP deverá custar entre 2.500 e 3.000 reais no Brasil

Diferentemente do tablet da Apple, o Slate, baseado no Windows 7, vai rodar aplicativos criados com o Flash, da Adobe.

Em janeiro, esse equipamento foi exibido por Steve Ballmer durante a feira CES, em Las Vegas. A HP, em parceria com a Adobe, tem ressaltado o fato de o tablet, diferentemente do iPad, rodar aplicativos tanto dentro do navegador, por meio do Flash Player, como fora dele, usando o Adobe Air.

A HP começou a desenvolver seu tablet cinco anos atrás num laboratório em Bristol, na Inglaterra. Phil McKinney, vice-presidente responsável pelo grupo de sistemas pessoais da empresa conta que o objetivo inicial era criar um e-reader no estilo do Kindle. Mas as pessoas que manusearam os primeiros protótipos sentiram falta de mais funcionalidade. Assim, o e-reader foi ganhando novas funções até ficar mais parecido com um computador completo.

O resultado é o HP Slate, que deve chegar ao mercado americano na metade deste ano. No Brasil, a HP pretende começar a vendê-lo em outubro. Em fevereiro, eu conversei com Marisa Lumi Park, gerente de produto da HP Brasil, enquanto preparava a reportagem de capa da INFO de março, sobre o iPad. Ela me contou que o Slate deverá custar entre 2 500 e 3 000 reais no Brasil. Esse preço é próximo do valor estimado para o iPad mais completo, com 64 GB e conexão 3G.

Como roda Windows 7, o Slate poderá receber qualquer aplicativo criado para o PC. Mas isso não significa que todos esses aplicativos vão funcionar realmente bem, já que, com raras exceções, eles não foram projetados para uso com tela sensível ao toque. Esse é um problema que a Apple evitou ao adotar o sistema operacional do iPhone no iPad, em vez do Mac OS X. No tablet da maçã não entram aplicativos que não tenham sido concebidos para a interface por toque.

HP Slate usa Flash para enfrentar iPad

Slate: o computador-prancheta da HP deverá custar entre 2.500 e 3.000 reais no Brasil

Diferentemente do tablet da Apple, o Slate, baseado no Windows 7, vai rodar aplicativos criados com o Flash, da Adobe.

Em janeiro, esse equipamento foi exibido por Steve Ballmer durante a feira CES, em Las Vegas. A HP, em parceria com a Adobe, tem ressaltado o fato de o tablet, diferentemente do iPad, rodar aplicativos tanto dentro do navegador, por meio do Flash Player, como fora dele, usando o Adobe Air.

A HP começou a desenvolver seu tablet cinco anos atrás num laboratório em Bristol, na Inglaterra. Phil McKinney, vice-presidente responsável pelo grupo de sistemas pessoais da empresa conta que o objetivo inicial era criar um e-reader no estilo do Kindle. Mas as pessoas que manusearam os primeiros protótipos sentiram falta de mais funcionalidade. Assim, o e-reader foi ganhando novas funções até ficar mais parecido com um computador completo.

O resultado é o HP Slate, que deve chegar ao mercado americano na metade deste ano. No Brasil, a HP pretende começar a vendê-lo em outubro. Em fevereiro, eu conversei com Marisa Lumi Park, gerente de produto da HP Brasil, enquanto preparava a reportagem de capa da INFO de março, sobre o iPad. Ela me contou que o Slate deverá custar entre 2 500 e 3 000 reais no Brasil. Esse preço é próximo do valor estimado para o iPad mais completo, com 64 GB e conexão 3G.

Como roda Windows 7, o Slate poderá receber qualquer aplicativo criado para o PC. Mas isso não significa que todos esses aplicativos vão funcionar realmente bem, já que, com raras exceções, eles não foram projetados para uso com tela sensível ao toque. Esse é um problema que a Apple evitou ao adotar o sistema operacional do iPhone no iPad, em vez do Mac OS X. No tablet da maçã não entram aplicativos que não tenham sido concebidos para a interface por toque.

HP Slate usa Flash para enfrentar iPad

Slate: o computador-prancheta da HP deverá custar entre 2.500 e 3.000 reais no Brasil

Diferentemente do tablet da Apple, o Slate, baseado no Windows 7, vai rodar aplicativos criados com o Flash, da Adobe.

Em janeiro, esse equipamento foi exibido por Steve Ballmer durante a feira CES, em Las Vegas. A HP, em parceria com a Adobe, tem ressaltado o fato de o tablet, diferentemente do iPad, rodar aplicativos tanto dentro do navegador, por meio do Flash Player, como fora dele, usando o Adobe Air.

A HP começou a desenvolver seu tablet cinco anos atrás num laboratório em Bristol, na Inglaterra. Phil McKinney, vice-presidente responsável pelo grupo de sistemas pessoais da empresa conta que o objetivo inicial era criar um e-reader no estilo do Kindle. Mas as pessoas que manusearam os primeiros protótipos sentiram falta de mais funcionalidade. Assim, o e-reader foi ganhando novas funções até ficar mais parecido com um computador completo.

O resultado é o HP Slate, que deve chegar ao mercado americano na metade deste ano. No Brasil, a HP pretende começar a vendê-lo em outubro. Em fevereiro, eu conversei com Marisa Lumi Park, gerente de produto da HP Brasil, enquanto preparava a reportagem de capa da INFO de março, sobre o iPad. Ela me contou que o Slate deverá custar entre 2 500 e 3 000 reais no Brasil. Esse preço é próximo do valor estimado para o iPad mais completo, com 64 GB e conexão 3G.

Como roda Windows 7, o Slate poderá receber qualquer aplicativo criado para o PC. Mas isso não significa que todos esses aplicativos vão funcionar realmente bem, já que, com raras exceções, eles não foram projetados para uso com tela sensível ao toque. Esse é um problema que a Apple evitou ao adotar o sistema operacional do iPhone no iPad, em vez do Mac OS X. No tablet da maçã não entram aplicativos que não tenham sido concebidos para a interface por toque.

Windows Phone 7 não rodará programas atuais

Windows Phone 7: quem usa Windows Mobile vai ter de comprar novos aplicativos quando trocar de celular

Agora é oficial: a Microsoft confirma que os aplicativos criados para o Windows Mobile não vão rodar no novo Windows Phone 7.

A confirmação veio de Charlie Kindel, gerente da Microsoft na área de Windows Phone que cuida de parcerias com desenvolvedores. Num artigo publicado em seu blog, Kindel diz várias vezes que a plataforma de desenvolvimento para o Windows Phone é “diferente”, e que as tecnologias Silverlight e XNA são fundamentais nela.

O XNA (a sigla supostamente vem de XNA’s Not Acronymed) foi inicialmente criado para facilitar o desenvolvimento de jogos para os consoles Xbox e para o Windows. Isso dá uma ideia do rumo que o Windows Phone 7 está tomando. Kindel diz que “o custo de ir do bom ao ótimo é uma ruptura total com o passado”. Em seguida, ele reconhece: “Tivemos de mudar a maneira como os aplicativos são escritos. Um resultado disso é que os aplicativos anteriores do Windows Mobile não vão rodar no Windows Phone 7.”

Os primeiros smartphones com Windows Phone 7 devem chegar no segundo semestre. Muitos deles terão tela sensível ao toque capacitiva, como o iPhone. Mas é provável que haja outros formatos, incluindo alguns com teclado físico. Todos esses aparelhos terão, obrigatoriamente, botões Início, Voltar e Buscar. E os fabricantes não vão poder acrescentas suas próprias interfaces gráficas sobre o Windows, como acontece hoje.

A Microsoft diz que vai continuar oferecendo o Windows Mobile 6.5 para os aparelhos mais simples. E, diferentemente do que se especulou, não vai ser possível fazer upgrade dos aparelhos atuais para o novo sistema operacional. Mais detalhes devem ser divulgados no Mix 10, evento para desenvolvedores que a Microsoft realiza no final deste mês em Las Vegas, nos Estados Unidos.

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