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1.4.10

Funcionários da Microsoft adoram o iPhone


Windows Phone 7: o novo sistema operacional, que está sendo demonstrado nesta semana em Las Vegas, é a esperança da Microsoft contra o iPhone

A direção da Microsoft fez uma constatação embaraçosa: um em cada dez empregados da empresa prefere o smartphone da Apple, em vez do Windows Phone.

Segundo o jornal americano Wall Street Journal, no ano passado, quase 10.000 usuários de iPhone estavam acessando o correio eletrônico interno da Microsoft. Isso equivale a 10% dos empregados da empresa. Muitos desses funcionários escondem seus iPhones durante o trabalho, especialmente quando estão na presença do chefe. Alguns chegam a cobri-los com capinhas que dificultam a identificação. A presença dos celulares da concorrência tornou-se embaraçosa em Redmond e virou até assunto de reuniões da diretoria. É como se os empregados da Coca-Cola bebessem Pepsi no local de trabalho. Numa dessas reuniões, Steve Ballmer manifestou seu desagrado. Ele disse que, quando era criança, seu pai trabalhava na Ford, e os carros da sua família eram todos Ford.

Alguns softies parecem ter entendido o recado há bastante tempo. Steve Elop, presidente da divisão de negócios da Microsoft, costumava usar um iPhone antes de ser contratado por Ballmer, em 2008. Quando chegou a Redmond, ele prontamente trocou o celular da Apple por um com Windows Mobile. Numa cerimônia pública, Elop colocou o iPhone num liquidificador industrial e ligou o aparelho, transformando o celular em pedacinhos.

A Apple, aparentemente, não tem esse tipo de problema. Não há notícia de que alguém tenha sido visto com um Windows Phone em sua sede em Cupertino, na Califórnia. Há duas razões para isso. A primeira é que a maioria das pessoas considera o iPhone mais atraente que os concorrentes. O enorme sucesso do aparelho da Apple, que conquistou 25% do mercado americano em apenas dois anos e meio, confirma isso. A segunda razão é que a Apple não costuma ser tolerante nesses assuntos. Não demoraria muito até que alguém usando Windows Phone, Blackberry ou Android perdesse seu emprego em Cupertino.

O Wall Street Journal conta que, no início de 2009, a Microsoft alterou sua política de reembolso de despesas com celular. Elas passaram a ser pagas apenas se o funcionário usar Windows Mobile. Mas isso não foi o bastante. Agora, a esperança de reverter essa embaraçosa situação concentra-se no Windows Phone 7 Series. O novo sistema operacional está sendo demonstrado nesta semana no evento MIX10, em Las Vegas. Inspirado no player multimídia Zune e no console para jogos Xbox, o Windows Phone 7 será, espera-se, muito mais divertido que seu antecessor. Mas os celulares com o novo sistema só chegam no último trimestre deste ano. Até lá, talvez a Microsoft tenha de engolir algumas maçãs.


Funcionários da Microsoft adoram o iPhone


Windows Phone 7: o novo sistema operacional, que está sendo demonstrado nesta semana em Las Vegas, é a esperança da Microsoft contra o iPhone

A direção da Microsoft fez uma constatação embaraçosa: um em cada dez empregados da empresa prefere o smartphone da Apple, em vez do Windows Phone.

Segundo o jornal americano Wall Street Journal, no ano passado, quase 10.000 usuários de iPhone estavam acessando o correio eletrônico interno da Microsoft. Isso equivale a 10% dos empregados da empresa. Muitos desses funcionários escondem seus iPhones durante o trabalho, especialmente quando estão na presença do chefe. Alguns chegam a cobri-los com capinhas que dificultam a identificação. A presença dos celulares da concorrência tornou-se embaraçosa em Redmond e virou até assunto de reuniões da diretoria. É como se os empregados da Coca-Cola bebessem Pepsi no local de trabalho. Numa dessas reuniões, Steve Ballmer manifestou seu desagrado. Ele disse que, quando era criança, seu pai trabalhava na Ford, e os carros da sua família eram todos Ford.

Alguns softies parecem ter entendido o recado há bastante tempo. Steve Elop, presidente da divisão de negócios da Microsoft, costumava usar um iPhone antes de ser contratado por Ballmer, em 2008. Quando chegou a Redmond, ele prontamente trocou o celular da Apple por um com Windows Mobile. Numa cerimônia pública, Elop colocou o iPhone num liquidificador industrial e ligou o aparelho, transformando o celular em pedacinhos.

A Apple, aparentemente, não tem esse tipo de problema. Não há notícia de que alguém tenha sido visto com um Windows Phone em sua sede em Cupertino, na Califórnia. Há duas razões para isso. A primeira é que a maioria das pessoas considera o iPhone mais atraente que os concorrentes. O enorme sucesso do aparelho da Apple, que conquistou 25% do mercado americano em apenas dois anos e meio, confirma isso. A segunda razão é que a Apple não costuma ser tolerante nesses assuntos. Não demoraria muito até que alguém usando Windows Phone, Blackberry ou Android perdesse seu emprego em Cupertino.

O Wall Street Journal conta que, no início de 2009, a Microsoft alterou sua política de reembolso de despesas com celular. Elas passaram a ser pagas apenas se o funcionário usar Windows Mobile. Mas isso não foi o bastante. Agora, a esperança de reverter essa embaraçosa situação concentra-se no Windows Phone 7 Series. O novo sistema operacional está sendo demonstrado nesta semana no evento MIX10, em Las Vegas. Inspirado no player multimídia Zune e no console para jogos Xbox, o Windows Phone 7 será, espera-se, muito mais divertido que seu antecessor. Mas os celulares com o novo sistema só chegam no último trimestre deste ano. Até lá, talvez a Microsoft tenha de engolir algumas maçãs.


Funcionários da Microsoft adoram o iPhone


Windows Phone 7: o novo sistema operacional, que está sendo demonstrado nesta semana em Las Vegas, é a esperança da Microsoft contra o iPhone

A direção da Microsoft fez uma constatação embaraçosa: um em cada dez empregados da empresa prefere o smartphone da Apple, em vez do Windows Phone.

Segundo o jornal americano Wall Street Journal, no ano passado, quase 10.000 usuários de iPhone estavam acessando o correio eletrônico interno da Microsoft. Isso equivale a 10% dos empregados da empresa. Muitos desses funcionários escondem seus iPhones durante o trabalho, especialmente quando estão na presença do chefe. Alguns chegam a cobri-los com capinhas que dificultam a identificação. A presença dos celulares da concorrência tornou-se embaraçosa em Redmond e virou até assunto de reuniões da diretoria. É como se os empregados da Coca-Cola bebessem Pepsi no local de trabalho. Numa dessas reuniões, Steve Ballmer manifestou seu desagrado. Ele disse que, quando era criança, seu pai trabalhava na Ford, e os carros da sua família eram todos Ford.

Alguns softies parecem ter entendido o recado há bastante tempo. Steve Elop, presidente da divisão de negócios da Microsoft, costumava usar um iPhone antes de ser contratado por Ballmer, em 2008. Quando chegou a Redmond, ele prontamente trocou o celular da Apple por um com Windows Mobile. Numa cerimônia pública, Elop colocou o iPhone num liquidificador industrial e ligou o aparelho, transformando o celular em pedacinhos.

A Apple, aparentemente, não tem esse tipo de problema. Não há notícia de que alguém tenha sido visto com um Windows Phone em sua sede em Cupertino, na Califórnia. Há duas razões para isso. A primeira é que a maioria das pessoas considera o iPhone mais atraente que os concorrentes. O enorme sucesso do aparelho da Apple, que conquistou 25% do mercado americano em apenas dois anos e meio, confirma isso. A segunda razão é que a Apple não costuma ser tolerante nesses assuntos. Não demoraria muito até que alguém usando Windows Phone, Blackberry ou Android perdesse seu emprego em Cupertino.

O Wall Street Journal conta que, no início de 2009, a Microsoft alterou sua política de reembolso de despesas com celular. Elas passaram a ser pagas apenas se o funcionário usar Windows Mobile. Mas isso não foi o bastante. Agora, a esperança de reverter essa embaraçosa situação concentra-se no Windows Phone 7 Series. O novo sistema operacional está sendo demonstrado nesta semana no evento MIX10, em Las Vegas. Inspirado no player multimídia Zune e no console para jogos Xbox, o Windows Phone 7 será, espera-se, muito mais divertido que seu antecessor. Mas os celulares com o novo sistema só chegam no último trimestre deste ano. Até lá, talvez a Microsoft tenha de engolir algumas maçãs.


Funcionários da Microsoft adoram o iPhone


Windows Phone 7: o novo sistema operacional, que está sendo demonstrado nesta semana em Las Vegas, é a esperança da Microsoft contra o iPhone

A direção da Microsoft fez uma constatação embaraçosa: um em cada dez empregados da empresa prefere o smartphone da Apple, em vez do Windows Phone.

Segundo o jornal americano Wall Street Journal, no ano passado, quase 10.000 usuários de iPhone estavam acessando o correio eletrônico interno da Microsoft. Isso equivale a 10% dos empregados da empresa. Muitos desses funcionários escondem seus iPhones durante o trabalho, especialmente quando estão na presença do chefe. Alguns chegam a cobri-los com capinhas que dificultam a identificação. A presença dos celulares da concorrência tornou-se embaraçosa em Redmond e virou até assunto de reuniões da diretoria. É como se os empregados da Coca-Cola bebessem Pepsi no local de trabalho. Numa dessas reuniões, Steve Ballmer manifestou seu desagrado. Ele disse que, quando era criança, seu pai trabalhava na Ford, e os carros da sua família eram todos Ford.

Alguns softies parecem ter entendido o recado há bastante tempo. Steve Elop, presidente da divisão de negócios da Microsoft, costumava usar um iPhone antes de ser contratado por Ballmer, em 2008. Quando chegou a Redmond, ele prontamente trocou o celular da Apple por um com Windows Mobile. Numa cerimônia pública, Elop colocou o iPhone num liquidificador industrial e ligou o aparelho, transformando o celular em pedacinhos.

A Apple, aparentemente, não tem esse tipo de problema. Não há notícia de que alguém tenha sido visto com um Windows Phone em sua sede em Cupertino, na Califórnia. Há duas razões para isso. A primeira é que a maioria das pessoas considera o iPhone mais atraente que os concorrentes. O enorme sucesso do aparelho da Apple, que conquistou 25% do mercado americano em apenas dois anos e meio, confirma isso. A segunda razão é que a Apple não costuma ser tolerante nesses assuntos. Não demoraria muito até que alguém usando Windows Phone, Blackberry ou Android perdesse seu emprego em Cupertino.

O Wall Street Journal conta que, no início de 2009, a Microsoft alterou sua política de reembolso de despesas com celular. Elas passaram a ser pagas apenas se o funcionário usar Windows Mobile. Mas isso não foi o bastante. Agora, a esperança de reverter essa embaraçosa situação concentra-se no Windows Phone 7 Series. O novo sistema operacional está sendo demonstrado nesta semana no evento MIX10, em Las Vegas. Inspirado no player multimídia Zune e no console para jogos Xbox, o Windows Phone 7 será, espera-se, muito mais divertido que seu antecessor. Mas os celulares com o novo sistema só chegam no último trimestre deste ano. Até lá, talvez a Microsoft tenha de engolir algumas maçãs.


A Apple atira na HTC e acerta o Google

O Nexus One no INFOLAB: o smartphone do Google, fabricado pela HTC, atraiu a fúria da Apple

A Apple está processando a HTC por violar patentes do iPhone. Mas o alvo número um do processo parece ser o Google. E a Microsoft pode até sair ganhando com isso.

A Apple já vinha ameaçando outros fabricantes de celulares há mais de um ano. A empresa tenta evitar que eles imitem o iPhone. Tim Cook, o diretor de operações que substituiu Steve Jobs enquanto ele estava em tratamento médico, no ano passado, afirmou: “Não vamos ficar parados enquanto nossa propriedade intelectual é roubada”. Ele acrescentou que a empresa pretendia usar “todas as armas à disposição” contra os concorrentes. Na época, isso foi interpretado como uma ameaça à Palm. Ela começou a vender, em junho do ano passado, o Palm Pre, que traz interface multitoques como o iPhone.

Há poucos dias, o site Brainstorm Tech divulgou um relatório da empresa Oppenheimer revelando que a Apple vem mantendo conversas com os concorrentes desde janeiro. Os advogados da maçã ameaçam processá-los. O relatório observa que, até o final de 2009, os fabricantes evitaram lançar aparelhos com interface multitoques. A razão seria o medo de um processo da Apple. A maré começou a mudar quando a HTC apresentou o Hero, e, a Motorola, o Droid, ambos com interface multitoques. Os dois rodam o sistema operacional Android, do Google, considerado, pelos fabricantes, a melhor opção para enfrentar o iPhone.

No início do ano, a Apple já estava com o dedo no gatilho para disparar seu processo judicial. Restava escolher um bode expiatório. O Google, então, anunciou o Nexus One, seu próprio smartphone com tela multitoques, fabricado pela HTC. O alvo a atingir ficou claro. Se a Apple ganhar a briga, outros fabricantes, com medo de ser processados também, poderão brecar seus projetos de smartphones similares ao iPhone. Segundo a Oppenheimer, isso já está acontecendo. A pressão da Apple também pode reduzir o ritmo da expansão do Android, que tem se alastrado velozmente no mercado. É o que querem Steve Jobs e sua turma.

A Apple já move um processo contra a Nokia por violação de patentes. E a Nokia processa a Apple pelo mesmo motivo, assim como a Kodak. Ironicamente, a Microsoft pode acabar sendo beneficiada por essa briga. A turma de Redmond tem suas próprias patentes relacionadas com interface por toque e outras tecnologias usadas em smartphones. É bom lembrar que ela apresentou o computador-mesa Surface, com interface multitoques, um mês antes de a Apple revelar o iPhone, em 2007. O relatório da Oppenheimer diz que os softies têm dito aos seus parceiros que, usando o Windows Phone 7, eles terão muito menos chances de ser processados do que usando o Android. A briga não vai acabar tão cedo.


A Apple atira na HTC e acerta o Google

O Nexus One no INFOLAB: o smartphone do Google, fabricado pela HTC, atraiu a fúria da Apple

A Apple está processando a HTC por violar patentes do iPhone. Mas o alvo número um do processo parece ser o Google. E a Microsoft pode até sair ganhando com isso.

A Apple já vinha ameaçando outros fabricantes de celulares há mais de um ano. A empresa tenta evitar que eles imitem o iPhone. Tim Cook, o diretor de operações que substituiu Steve Jobs enquanto ele estava em tratamento médico, no ano passado, afirmou: “Não vamos ficar parados enquanto nossa propriedade intelectual é roubada”. Ele acrescentou que a empresa pretendia usar “todas as armas à disposição” contra os concorrentes. Na época, isso foi interpretado como uma ameaça à Palm. Ela começou a vender, em junho do ano passado, o Palm Pre, que traz interface multitoques como o iPhone.

Há poucos dias, o site Brainstorm Tech divulgou um relatório da empresa Oppenheimer revelando que a Apple vem mantendo conversas com os concorrentes desde janeiro. Os advogados da maçã ameaçam processá-los. O relatório observa que, até o final de 2009, os fabricantes evitaram lançar aparelhos com interface multitoques. A razão seria o medo de um processo da Apple. A maré começou a mudar quando a HTC apresentou o Hero, e, a Motorola, o Droid, ambos com interface multitoques. Os dois rodam o sistema operacional Android, do Google, considerado, pelos fabricantes, a melhor opção para enfrentar o iPhone.

No início do ano, a Apple já estava com o dedo no gatilho para disparar seu processo judicial. Restava escolher um bode expiatório. O Google, então, anunciou o Nexus One, seu próprio smartphone com tela multitoques, fabricado pela HTC. O alvo a atingir ficou claro. Se a Apple ganhar a briga, outros fabricantes, com medo de ser processados também, poderão brecar seus projetos de smartphones similares ao iPhone. Segundo a Oppenheimer, isso já está acontecendo. A pressão da Apple também pode reduzir o ritmo da expansão do Android, que tem se alastrado velozmente no mercado. É o que querem Steve Jobs e sua turma.

A Apple já move um processo contra a Nokia por violação de patentes. E a Nokia processa a Apple pelo mesmo motivo, assim como a Kodak. Ironicamente, a Microsoft pode acabar sendo beneficiada por essa briga. A turma de Redmond tem suas próprias patentes relacionadas com interface por toque e outras tecnologias usadas em smartphones. É bom lembrar que ela apresentou o computador-mesa Surface, com interface multitoques, um mês antes de a Apple revelar o iPhone, em 2007. O relatório da Oppenheimer diz que os softies têm dito aos seus parceiros que, usando o Windows Phone 7, eles terão muito menos chances de ser processados do que usando o Android. A briga não vai acabar tão cedo.


A Apple atira na HTC e acerta o Google

O Nexus One no INFOLAB: o smartphone do Google, fabricado pela HTC, atraiu a fúria da Apple

A Apple está processando a HTC por violar patentes do iPhone. Mas o alvo número um do processo parece ser o Google. E a Microsoft pode até sair ganhando com isso.

A Apple já vinha ameaçando outros fabricantes de celulares há mais de um ano. A empresa tenta evitar que eles imitem o iPhone. Tim Cook, o diretor de operações que substituiu Steve Jobs enquanto ele estava em tratamento médico, no ano passado, afirmou: “Não vamos ficar parados enquanto nossa propriedade intelectual é roubada”. Ele acrescentou que a empresa pretendia usar “todas as armas à disposição” contra os concorrentes. Na época, isso foi interpretado como uma ameaça à Palm. Ela começou a vender, em junho do ano passado, o Palm Pre, que traz interface multitoques como o iPhone.

Há poucos dias, o site Brainstorm Tech divulgou um relatório da empresa Oppenheimer revelando que a Apple vem mantendo conversas com os concorrentes desde janeiro. Os advogados da maçã ameaçam processá-los. O relatório observa que, até o final de 2009, os fabricantes evitaram lançar aparelhos com interface multitoques. A razão seria o medo de um processo da Apple. A maré começou a mudar quando a HTC apresentou o Hero, e, a Motorola, o Droid, ambos com interface multitoques. Os dois rodam o sistema operacional Android, do Google, considerado, pelos fabricantes, a melhor opção para enfrentar o iPhone.

No início do ano, a Apple já estava com o dedo no gatilho para disparar seu processo judicial. Restava escolher um bode expiatório. O Google, então, anunciou o Nexus One, seu próprio smartphone com tela multitoques, fabricado pela HTC. O alvo a atingir ficou claro. Se a Apple ganhar a briga, outros fabricantes, com medo de ser processados também, poderão brecar seus projetos de smartphones similares ao iPhone. Segundo a Oppenheimer, isso já está acontecendo. A pressão da Apple também pode reduzir o ritmo da expansão do Android, que tem se alastrado velozmente no mercado. É o que querem Steve Jobs e sua turma.

A Apple já move um processo contra a Nokia por violação de patentes. E a Nokia processa a Apple pelo mesmo motivo, assim como a Kodak. Ironicamente, a Microsoft pode acabar sendo beneficiada por essa briga. A turma de Redmond tem suas próprias patentes relacionadas com interface por toque e outras tecnologias usadas em smartphones. É bom lembrar que ela apresentou o computador-mesa Surface, com interface multitoques, um mês antes de a Apple revelar o iPhone, em 2007. O relatório da Oppenheimer diz que os softies têm dito aos seus parceiros que, usando o Windows Phone 7, eles terão muito menos chances de ser processados do que usando o Android. A briga não vai acabar tão cedo.


Windows Phone 7 não rodará programas atuais

Windows Phone 7: quem usa Windows Mobile vai ter de comprar novos aplicativos quando trocar de celular

Agora é oficial: a Microsoft confirma que os aplicativos criados para o Windows Mobile não vão rodar no novo Windows Phone 7.

A confirmação veio de Charlie Kindel, gerente da Microsoft na área de Windows Phone que cuida de parcerias com desenvolvedores. Num artigo publicado em seu blog, Kindel diz várias vezes que a plataforma de desenvolvimento para o Windows Phone é “diferente”, e que as tecnologias Silverlight e XNA são fundamentais nela.

O XNA (a sigla supostamente vem de XNA’s Not Acronymed) foi inicialmente criado para facilitar o desenvolvimento de jogos para os consoles Xbox e para o Windows. Isso dá uma ideia do rumo que o Windows Phone 7 está tomando. Kindel diz que “o custo de ir do bom ao ótimo é uma ruptura total com o passado”. Em seguida, ele reconhece: “Tivemos de mudar a maneira como os aplicativos são escritos. Um resultado disso é que os aplicativos anteriores do Windows Mobile não vão rodar no Windows Phone 7.”

Os primeiros smartphones com Windows Phone 7 devem chegar no segundo semestre. Muitos deles terão tela sensível ao toque capacitiva, como o iPhone. Mas é provável que haja outros formatos, incluindo alguns com teclado físico. Todos esses aparelhos terão, obrigatoriamente, botões Início, Voltar e Buscar. E os fabricantes não vão poder acrescentas suas próprias interfaces gráficas sobre o Windows, como acontece hoje.

A Microsoft diz que vai continuar oferecendo o Windows Mobile 6.5 para os aparelhos mais simples. E, diferentemente do que se especulou, não vai ser possível fazer upgrade dos aparelhos atuais para o novo sistema operacional. Mais detalhes devem ser divulgados no Mix 10, evento para desenvolvedores que a Microsoft realiza no final deste mês em Las Vegas, nos Estados Unidos.

Windows Phone 7 não rodará programas atuais

Windows Phone 7: quem usa Windows Mobile vai ter de comprar novos aplicativos quando trocar de celular

Agora é oficial: a Microsoft confirma que os aplicativos criados para o Windows Mobile não vão rodar no novo Windows Phone 7.

A confirmação veio de Charlie Kindel, gerente da Microsoft na área de Windows Phone que cuida de parcerias com desenvolvedores. Num artigo publicado em seu blog, Kindel diz várias vezes que a plataforma de desenvolvimento para o Windows Phone é “diferente”, e que as tecnologias Silverlight e XNA são fundamentais nela.

O XNA (a sigla supostamente vem de XNA’s Not Acronymed) foi inicialmente criado para facilitar o desenvolvimento de jogos para os consoles Xbox e para o Windows. Isso dá uma ideia do rumo que o Windows Phone 7 está tomando. Kindel diz que “o custo de ir do bom ao ótimo é uma ruptura total com o passado”. Em seguida, ele reconhece: “Tivemos de mudar a maneira como os aplicativos são escritos. Um resultado disso é que os aplicativos anteriores do Windows Mobile não vão rodar no Windows Phone 7.”

Os primeiros smartphones com Windows Phone 7 devem chegar no segundo semestre. Muitos deles terão tela sensível ao toque capacitiva, como o iPhone. Mas é provável que haja outros formatos, incluindo alguns com teclado físico. Todos esses aparelhos terão, obrigatoriamente, botões Início, Voltar e Buscar. E os fabricantes não vão poder acrescentas suas próprias interfaces gráficas sobre o Windows, como acontece hoje.

A Microsoft diz que vai continuar oferecendo o Windows Mobile 6.5 para os aparelhos mais simples. E, diferentemente do que se especulou, não vai ser possível fazer upgrade dos aparelhos atuais para o novo sistema operacional. Mais detalhes devem ser divulgados no Mix 10, evento para desenvolvedores que a Microsoft realiza no final deste mês em Las Vegas, nos Estados Unidos.

Windows Phone 7 não rodará programas atuais

Windows Phone 7: quem usa Windows Mobile vai ter de comprar novos aplicativos quando trocar de celular

Agora é oficial: a Microsoft confirma que os aplicativos criados para o Windows Mobile não vão rodar no novo Windows Phone 7.

A confirmação veio de Charlie Kindel, gerente da Microsoft na área de Windows Phone que cuida de parcerias com desenvolvedores. Num artigo publicado em seu blog, Kindel diz várias vezes que a plataforma de desenvolvimento para o Windows Phone é “diferente”, e que as tecnologias Silverlight e XNA são fundamentais nela.

O XNA (a sigla supostamente vem de XNA’s Not Acronymed) foi inicialmente criado para facilitar o desenvolvimento de jogos para os consoles Xbox e para o Windows. Isso dá uma ideia do rumo que o Windows Phone 7 está tomando. Kindel diz que “o custo de ir do bom ao ótimo é uma ruptura total com o passado”. Em seguida, ele reconhece: “Tivemos de mudar a maneira como os aplicativos são escritos. Um resultado disso é que os aplicativos anteriores do Windows Mobile não vão rodar no Windows Phone 7.”

Os primeiros smartphones com Windows Phone 7 devem chegar no segundo semestre. Muitos deles terão tela sensível ao toque capacitiva, como o iPhone. Mas é provável que haja outros formatos, incluindo alguns com teclado físico. Todos esses aparelhos terão, obrigatoriamente, botões Início, Voltar e Buscar. E os fabricantes não vão poder acrescentas suas próprias interfaces gráficas sobre o Windows, como acontece hoje.

A Microsoft diz que vai continuar oferecendo o Windows Mobile 6.5 para os aparelhos mais simples. E, diferentemente do que se especulou, não vai ser possível fazer upgrade dos aparelhos atuais para o novo sistema operacional. Mais detalhes devem ser divulgados no Mix 10, evento para desenvolvedores que a Microsoft realiza no final deste mês em Las Vegas, nos Estados Unidos.

Windows Phone 7 não rodará programas atuais

Windows Phone 7: quem usa Windows Mobile vai ter de comprar novos aplicativos quando trocar de celular

Agora é oficial: a Microsoft confirma que os aplicativos criados para o Windows Mobile não vão rodar no novo Windows Phone 7.

A confirmação veio de Charlie Kindel, gerente da Microsoft na área de Windows Phone que cuida de parcerias com desenvolvedores. Num artigo publicado em seu blog, Kindel diz várias vezes que a plataforma de desenvolvimento para o Windows Phone é “diferente”, e que as tecnologias Silverlight e XNA são fundamentais nela.

O XNA (a sigla supostamente vem de XNA’s Not Acronymed) foi inicialmente criado para facilitar o desenvolvimento de jogos para os consoles Xbox e para o Windows. Isso dá uma ideia do rumo que o Windows Phone 7 está tomando. Kindel diz que “o custo de ir do bom ao ótimo é uma ruptura total com o passado”. Em seguida, ele reconhece: “Tivemos de mudar a maneira como os aplicativos são escritos. Um resultado disso é que os aplicativos anteriores do Windows Mobile não vão rodar no Windows Phone 7.”

Os primeiros smartphones com Windows Phone 7 devem chegar no segundo semestre. Muitos deles terão tela sensível ao toque capacitiva, como o iPhone. Mas é provável que haja outros formatos, incluindo alguns com teclado físico. Todos esses aparelhos terão, obrigatoriamente, botões Início, Voltar e Buscar. E os fabricantes não vão poder acrescentas suas próprias interfaces gráficas sobre o Windows, como acontece hoje.

A Microsoft diz que vai continuar oferecendo o Windows Mobile 6.5 para os aparelhos mais simples. E, diferentemente do que se especulou, não vai ser possível fazer upgrade dos aparelhos atuais para o novo sistema operacional. Mais detalhes devem ser divulgados no Mix 10, evento para desenvolvedores que a Microsoft realiza no final deste mês em Las Vegas, nos Estados Unidos.

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